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Ministério da Saúde pretende acabar com "fumódromos" (17/9/2007)
Fabiana Fregona

Fonte: Infonet

12/09/2007, 12:49

 

O Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da Saúde, que será apresentado pelo Ministério da Saúde (MS), até o final deste mês, vai defender que sejam eliminadas as áreas destinadas a fumantes, os fumódromos. O ministério irá sugerir ao governo que envie ao Congresso Nacional um projeto de lei sobre o tema.

A intenção é promover um maior controle do tabagismo, como uma ação de saúde pública. Na 2ª Conferência das Partes, realizado em julho passado na Tailândia, o Brasil e outros 145 países ratificaram o Tratado Internacional da Organização Mundial da Saúde (OMS), se comprometendo a adotar ambientes livres da fumaça do tabaco.

O documento reforça que a ventilação e filtragem do ar não são suficientes para reduzir a exposição passiva aos malefícios da fumaça. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) calcula que pelo menos 200 mil trabalhadores morrem a cada ano devido à exposição à fumaça no local de trabalho.

Fumantes passivos

O tabagismo é a principal causa de morte evitável no mundo, só no Brasil, segundo o MS, causa cerca de 200 mil mortes por ano. O tabagismo passivo causa males que vão de irritação nos olhos, a tosse, dor de cabeça, até um aumento dos problemas alérgicos e cardíacos. Pesquisas nacionais e internacionais indicam que os fumantes passivos têm um risco 23% maior de desenvolver doença cardiovascular e 30% mais chances de ter câncer de pulmão. Têm também mais propensão à asma, redução da capacidade respiratória, 24% a mais de chances de infarto do miocárdio e maior risco de arteriosclerose.

 

Fonte: Ministério da Saúde

 
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