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Ambiente com integração visual aproxima área de fumantes à interna (22/6/2009)
Folha de S. Paulo

Para bares, restaurantes e negócios similares, mudanças estruturais -algumas mais, outras menos drásticas- podem segurar o cliente que fuma.

"O ideal é que se permita que o fumante esteja integrado ao que está acontecendo nos demais ambientes, ainda que visualmente", considera o arquiteto Ricardo Martos. Isso pode ser feito pela instalação de janelas devidamente vedadas e com vidros antirruído.
Ana Maria Fasanella, arquiteta e professora da Universidade Presbiteriana Mackenzie, aconselha que o espaço dedicado aos fumantes seja confortável e similar aos demais ambientes em decoração e acabamento. "Dessa forma, evita-se a conotação de segregação."

Os estabelecimentos devem estar preparados e treinar suas equipes para lidar com clientes que insistam em fumar. "É como nas situações em que as companhias aéreas têm que pedir para as pessoas desligarem os celulares", compara Eduardo Terra, professor de negociação e marketing da Fundação Instituto de Administração.
A casa de shows Bourbon Street proibiu em 2008 o cigarro no salão principal e instalou um fumódromo numa sala anexa. "Vários clientes, inclusive fumantes, elogiaram a medida, porque não voltam mais para casa cheirando a cigarro", diz o proprietário, Edgard Radesca.
Os funcionários também estão satisfeitos. Agora, a casa prepara a adequação à lei.

LEI DISPENSA CHARUTARIAS
A norma não se aplica a casas destinadas ao consumo de cigarros e outros fumígenos, desde que tal condição esteja anunciada na entrada do local.

Pub fechado teme perder movimento
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O pub OMalleys tinha ambientes separados para fumantes e não fumantes. Desde que a lei foi assinada, o segundo irá ganhar mais espaço, até que o fumo esteja totalmente banido em agosto, já que o bar não tem área externa.

"A maioria dos clientes conhece a lei, mas colocamos avisos e instruímos os funcionários a conversar com as pessoas que acendam um cigarro aqui dentro", comenta o gerente-geral, Marcel de Jonge.
Ele conta que há resistência, pois a clientela está acostumada a fumar e beber. "Nos países onde leis desse tipo foram colocadas em prática, o movimento nos bares caiu."

A possível solução de adotar um sistema em que o cliente paga a cada item consumido -e com isso pode sair para fumar- não é bem avaliada por Jonge, já que, no Brasil, costuma-se pagar com cartão, diz.
 

 
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