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Tabaco ainda está no galpão à espera de preço (28/1/2010)
Gazeta do Sul

: http://www.gazetadosul.com.br/default.php?arquivo=_noticia.php&intIdConteudo=126977&intIdEdicao=1999

SANTA CRUZ > PRODUTOR ACEITA RECOMENDAÇÃO E VENDAS SÃO PEQUENAS. CAUSA SERIA A INDEFINIÇÃO DAS NEGOCIAÇÕES
José Augusto Borowsky
zeaugusto@gazetadosul.co




Mesmo que a safra de fumo esteja praticamente concluída, as vendas do produto são mínimas. Para a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), os negócios somente vão reagir quando o preço estiver mais próximo das necessidades dos plantadores.

Conforme levantamento apresentado pelo presidente da Afubra, Benício Werner, 75% do tabaco plantado nos três estados do Sul está colhido. Na região de Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires e arredores, o índice chega a 90%. Ele acredita que, nas áreas consideradas baixas, na primeira semana de fevereiro toda a safra estará no galpão. “Todo mundo está acelerando a colheita. Com o excesso de chuva, o fumo se torna menos resistente.”

A movimentação no interior ainda não tem reflexos nas indústrias. “Para não falar que não há vendas, vamos dizer que elas estão fraquíssimas”, frisou o dirigente. O principal motivo é a indefinição em torno do preço. As entidades que representam os produtores solicitaram reajuste de 19%. As empresas ficaram entre 6% e 10,2%.

Enquanto entidades e empresas não se entendem, alguns intermediários estão percorrendo o interior atrás de tabaco. Pelo baixeiro (produto de menos preço) estão oferecendo R$ 45,00 a arroba. Quem precisa de algum dinheiro com urgência, vende. Mas o negócio é ruim. Com a quebra na safra, em virtude das chuvaradas, o produto vai faltar. “Ninguém deveria vender por menos de R$ 70,00”, alertou Werner.

O presidente disse que a entidade não recomenda a venda para os intermediários, também chamados de “picaretas”. Apesar das divergências com as indústrias, disse que essas, quando houver acerto no preço, pagarão a diferença para quem vendeu por menos. Com os intermediários, isso não acontece. Quem vendeu abaixo, não recupera o prejuízo.

 

 
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