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Como negócios polêmicos retêm talentos (24/2/2010)
Valor Econômico

Rafael Sigollo, de São Paulo
24/02/2010

 

Na Philip Morris, o grande atrativo são planos de aprendizado, de progressão de carreira e de atuação internacional

Cada vez mais engajados em causas politicamente corretas, muitos recém-formados sentem-se pouco dispostos a trabalhar em empresas de setores considerados polêmicos como tabaco, bebidas, amianto e biotecnologia. Isso tem levado as companhias a adotar táticas diferenciadas para atrair e reter talentos. Além de quebrar preconceitos, precisam convencer os candidatos da legitimidade de seus negócios e transformar supostas impressões negativas em motivação.

Na Philip Morris, o grande atrativo são planos de aprendizado, de progressão de carreira e de atuação internacional. "Eu mesmo estou há 20 anos na empresa e metade desse tempo foi atuando no exterior", afirma Felippe Siqueira, diretor de RH. Para cargos de comando, a atração é a remuneração mais alta. O setor tabagista paga salários 58% mais altos que a média de mercado para diretores. "Na Sama [fábrica de amianto do grupo Eternit], jogamos abertamente", diz Moacyr Melo. "Desde o início do processo seletivo explicamos passo a passo a nossa atividade e, depois, os candidatos podem ver isso pessoal

 

 
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