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Empresa dos EUA tenta tirar cigarro da marginalidade (26/1/2006)
ACTBR

Quarta, 25 de Janeiro de 2006, 13h20
Fonte: INVERTIA

http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspxidNoticia=200601251520_INV_28988224

A fabricante norte-americana de cigarros RJ Reynolds lançou uma nova ofensiva para salvar a imagem do hábito de fumar. A empresa criou um bar específico para fumantes na cidade de Chicago, e se prepara para lançar uma linha premium de cigarros, vendida exclusivamente nos lounges da empresa.

Sem poder fazer propaganda na televisão - e com o espaço em publicações impressas reduzidas -, as indústrias de tabaco têm sido obrigadas a encontrar novas maneiras de vender seus produtos e manter a lucratividade. A Philip Morris, por exemplo, agora investe no ramo dos alimentos. A empresa adquiriu a Kraft e criou a holding Altria.

A RJ Reynolds, dona da marca Camel, quer tentar aumentar as despesas do consumidor que, apesar da onda contra o cigarro, continua fumando.

A idéia é criar produtos mais caros, com maior valor agregado, que se coloquem como opção aos cigarros tradicionais.

A linha de cigarros Marshall McGearty custa US$ 8 (cerca de R$ 18) o maço, quase quatro vezes mais que os cigarros tradicionais. Para estimular as vendas, a RJ Reynolds aposta na exclusividade: os nove sabores só estão disponíveis em lojas de luxo.

A tentativa de devolver o "glamour" aos cigarros gerou polêmica nos EUA. Segundo reportagem da revista Advertising Age, grupos anti- tabaco já entraram com representações na Justiça, exigindo o fechamento dos bares e a proibição de toda e qualquer forma de propaganda para os novos cigarros.

 
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