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Cop 4 recomenda restrição ou proibição de aditivos na produção de cigarros (21/11/2010)
Zero Hora

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Medida tranquiliza fumicultores brasileiros
Autoridades de saúde pública de todo mundo concordaram, no sábado, no encerramento da 4ª Conferência das Partes (Cop 4), ocorrida em Punta del Este, no Uruguai, em recomendar a restrição ou a proibição dos aditivos que conferem sabores artificiais aos cigarros, tornando-os mais atraentes para novos fumantes.

Delegados de 172 países que assinaram o Tratado da Convenção de Controle de Tabaco também concordaram em recomendar para que os produtores de tabaco sejam obrigados a revelar os ingredientes utilizados na produção dos cigarros para as autoridades de saúde.

Entre as várias decisões que seriam tomadas durante o evento, a que mais preocupava os produtores de tabaco estava relacionada aos artigos 9 e 10, que tratavam da proibição do uso de alguns ingredientes na fabricação de cigarros. A medida poderia levar prejuízos aos produtores de Burley.

Essa variedade de tabaco, durante o seu processo de secagem, sofre a perda do seu açúcar natural, sendo necessária a adição no momento da fabricação dos cigarros. A decisão da Cop 4 recomenda a proibição do uso dos aromatizantes, mas mantém a possibilidade da adição de açúcar, necessária para a recomposição do Burley.

Para o vice-presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Heitor Petry, a decisão foi satisfatória e a mobilização dos representantes dos fumicultores foi fundamental para alertar e sensibilizar as autoridades brasileiras, além dos delegados da Conferência.

— Não deixou de ser um processo de pressão, com respeito aos princípios democráticos e autênticos de uma classe trabalhadora.

Petry disse ainda que as entidades ligadas aos produtores de tabaco têm ciência que o combate ao tabagismo é um movimento mundial irreversível.

— Acompanhamos a evolução desse processo para podermos preparar os fumicultores, buscando alternativas de complementação de renda para reduzir o grau de dependência econômica que hoje é, em média, de 68% da renda dos fumicultores sul-brasileiros — ressaltou. fabricação dos cigarros. A decisão da Cop 4 recomenda a proibição do uso dos aromatizantes, mas mantém a possibilidade da adição de açúcar, necessária para a recomposição do Burley.

Para o vice-presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Heitor Petry, a decisão foi satisfatória e a mobilização dos representantes dos fumicultores foi fundamental para alertar e sensibilizar as autoridades brasileiras, além dos delegados da Conferência.

— Não deixou de ser um processo de pressão, com respeito aos princípios democráticos e autênticos de uma classe trabalhadora.

Petry disse ainda que as entidades ligadas aos produtores de tabaco têm ciência que o combate ao tabagismo é um movimento mundial irreversível.

— Acompanhamos a evolução desse processo para podermos preparar os fumicultores, buscando alternativas de complementação de renda para reduzir o grau de dependência econômica que hoje é, em média, de 68% da renda dos fumicultores sul-brasileiros — ressaltou.
 

 
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