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Modelo começou a fumar aos 12 (30/8/2011)
O Estado de S. Paulo

O modelo Théo Mariotti, de 18 anos, tinha 12 quando experimentou o primeiro cigarro. Filho de uma especialista em saúde pública, não faltava informação sobre o mal que o produto causaria. "Era uma modinha na escola. Eu sabia que fazia mal, mas acabei entrando nessa", conta.

Os primeiros cigarros, ele comprava por unidade, principalmente em bancas de jornal. "Padarias e supermercados são mais rígidos para vender para criança. Às vezes não aceitavam vender para mim." Aos 14, começou a comprar maços. Fumava escondido da família, na saída da escola, na casa de amigos, em festas, na rua, no playground. "Fumava em qualquer lugar em que não tivesse parentes. Só contei para a minha mãe aos 16, porque já não dava mais para esconder."

Uma das preocupações de especialistas é com a adição de sabores adocicados ao cigarro - menta, canela e chocolate -, como forma de atrair o público jovem. "É um veneno embrulhado para presente", compara a gerente da Divisão de Epidemiologia do Instituto Nacional de Câncer, Liz Almeida.

Mariotti explica que a estratégia da indústria de adicionar sabores ao cigarro nunca teve apelo com ele. "Na verdade, ninguém fuma pelo gosto. Mas depois de um tempo você simplesmente não consegue parar."

No início deste ano, o modelo resolveu deixar o cigarro. A preocupação era com a saúde. Já sentia falta de ar para fazer esportes, não tinha disposição para caminhadas ou corridas. "Foi muito difícil parar. Eu não tinha ideia da dificuldade que seria. Senti irritação, falta de ar, ansiedade. Não era uma ansiedade de quem estava esperando por alguma coisa. Era uma ansiedade generalizada, o tempo todo", afirma o modelo, que está há cinco meses sem fumar. "Não desejo isso para ninguém." 

 

 

 
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