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Um vilão para a beleza (12/5/2006)
ACTBR

Fonte: O Regional Online (www.oregional.com.br )
Catanduva - SP
12 de maio de 2006

Da Redação

Divulgação
Nas últimas décadas, segundo dados das organizações Mundial e Pan-Americana de Saúde, o percentual de mulheres entre os fumantes no Brasil cresceu substancialmente.

Entretanto, hoje elas também são mais numerosas entre os que buscam uma forma de abandonar o vício.

O pneumologista Antônio Chibante, presidente da Sociedade de Pneumologia e Tisiologia do Rio de Janeiro, afirma que 80% dos que procuram tratamento na Clínica Antifumo, dirigida por ele, são mulheres.

Os homens tentam largar o cigarro levados pelo medo de doenças cardíacas, enquanto elas se assustam também com o estrago que o tabaco provoca na beleza, como escurecimento de dentes, envelhecimento precoce e manchas na pele.

Dependência. Segundo Antônio Chibante, o sexo feminino é muito mais suscetível do que o masculino às doenças causadas pelo cigarro, e suspeita-se que os hormônios femininos tenham a ver com isso.

Pílula. As mulheres fumantes que usam pílulas anticoncepcionais (à base de hormônios) têm dez vezes mais risco de ter um infarto e quatro vezes mais de sofrer um acidente vascular cerebral.

Psicológico. Parar de fumar também é mais difícil para as mulheres. Além disso, diz a psicóloga Ana Lúcia Fraga, estudos mostram que elas têm mais dificuldade de tratar a parte psicológica que envolve a dependência do cigarro do que a parte fisiológica do hábito em si. “As mulheres tendem a ter uma ligação afetiva com o cigarro e, com isso, apresentam maior dificuldade para abandoná-lo”, afirma a psicóloga.

Rugas. Segundo Chibante, o fumante tem 4,7 vezes mais chance de ter rugas do que o não fumante: o tabaco destrói as fibras que sustentam a pele do rosto, provocando sulcos na região da boca e em volta dos olhos. A reduzida irrigação de sangue na pele prejudica as fibras elásticas e o colágeno, favorecendo o aparecimento de rugas e o envelhecimento precoce.

Pele. O fumo provoca o estreitamento dos vasos sanguíneos em geral, mas de forma flagrante na pele, que vai perdendo o brilho e ganhando tonalidade mais pálida. Além disso, a redução da umidade provoca seu ressecamento.

Cabelo. A má circulação sanguínea no couro cabeludo provoca o enfraquecimento da raiz dos cabelos, que começam a perder o brilho e a vitalidade.

Herpes. A atuação da nicotina e dos radicais livres vai diminuindo progressivamente a imunidade do organismo, o que em algumas pessoas leva ao surgimento de lesões de pele como herpes e dermatoses.

Dentes. Ficam amarelados. As gengivas tornam-se mais sensíveis e propensas a doenças, numa proporção sete vezes maior.

Unhas. O excesso de nicotina produz pigmentação amarela na placa da unha e também na ponta dos dedos.

Cicatrização. Torna-se mais lenta. Por isso, quando submetidos a cirurgia, fumantes têm pós-operatório com mais risco de complicações. No caso de cirurgias eletivas, como as plásticas, recomenda-se que parem de fumar pelo menos dois meses antes.
 
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