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Países deveriam proibir o fumo em ambientes fechados (10/7/2008)
Folha Online

Data: 10/07/2008
 

O tabagismo é uma doença crônica, já que se trata de uma dependência da nicotina. Ele também pode causar cerca de 50 doenças graves e fatais como câncer, derrame, infarto e enfisema. Mas aqueles que não fumam também podem ser afetados por este mal.

O alerta é feito pela médica Tânia Cavalcante, coordenadora do programa nacional de controle do tabagismo do Inca (Instituto Nacional do Câncer), órgão do Ministério da Saúde. Ouça outros podcasts do caderno Equilíbrio.


 

A reportagem completa sobre tabagismo está no caderno Equilíbrio da Folha (conteúdo exclusivo para assinantes do jornal e do UOL) desta quinta-feira (10).

Cavalcante conta que os fumantes, por serem dependentes, são obrigados a se expor a cerca de quatro mil substâncias tóxicas. "Mas o mais grave desta situação, ou tão grave quanto, é que o tabagismo atinge também pessoas que não fumam, porque elas se expõem passivamente à fumaça ambiental", afirma a médica.

Segundo ela, ao inalarem o ar contaminado, os que não são dependentes correm o risco de desenvolver as mesmas doenças geradas pelo cigarro. A coordenadora conta que diversos estudos científicos mostram que a fumaça derivada de tabaco causa danos nas células dos seres humanos.

"A concentração de alcatrão na fumaça dos produtos de tabaco, que polui os ambientes fechados, chega a ser cinco vezes maior do que o alcatrão encontrado na fumaça que o fumante traga", relata Cavalcante.

A especialista afirma que a situação é grave. "Por isto, a necessidade dos países adotarem medidas para proibir totalmente o ato de fumar em ambientes fechados", conclui a coordenadora do Inca.

 

 
ACT | Aliança de Controle do Tabagismo
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