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Cesar declara guerra também a bebida e cigarro (4/3/2004)
Por Um Mundo Sem Tabaco

 

Cesar declara guerra também a bebida e cigarro

O Globo – RJ,02/03/2004, Rio

 

A cruzada do prefeito Cesar Maia contra a obesidade se estendeu ao tabagismo e ao consumo desenfreado de álcool e refrigerantes. Decreto publicado ontem no Diário Oficial do Município fixa prazo de 75 dias para que não haja mais exibição de anúncios com esses temas em prédios públicos municipais. Também será proibida após o fim do prazo a exibição de anúncios em vias públicas, num raio de 200 metros de escolas e creches, sejam elas públicas ou particulares . O prefeito disse ter tomado a decisão com base dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) que considerou a obesidade uma epidemia mundial. E também associa a maus hábitos de vida algumas doenças, como a diabetes tipo 2 e o câncer.— O Rio está enfrentando o combate à obesidade ao mesmo tempo e da mesma maneira que os países desenvolvidos onde a proteção ao cidadão é muito mais avançada — disse o prefeito. O texto do decreto, porém, por ser genérico demais, pode acabar tendo que ser revisto em breve. No carnaval, fabricas de bebidas e redes de fast food fecham contratos de exclusividade no Sambódromo, que é um prédio público e onde funcionam escolas durante o ano. Em troca, têm a autorização para exibir suas logomarcas antes e durante o período carnavalesco. Cervejarias mantêm camarotes freqüentados por celebridades nos quais suas marcas são mostradas ostensivamente. Multinacionais de bebidas, cigarros e de alimentação também são patrocinadoras tradicionais de eventos esportivos, como os Jogos Pan-Americanos. Entre os locais de competição da edição de 2007 no Rio estão o futuro Estádio OIímpico do Engenho de Dentro (Engenhão) e o Autódromo Nelson Piquet, que também são municipais.— No caso do Sambódromo, esta questão de fato ainda terá que ser mais bem estudada — admite o secretário municipal de Turismo, Rubem Medina. O decreto do prefeito Cesar Maia foi elogiado por pais e criticado por publicitários.— É um sacrifício convencer meu filho a comer uma saladinha. Ainda mais com tanta propaganda de comida pela rua quando vai para a escola — apóia a advogada Magali Machado Saldanha, de 38 anos, mãe de Rodrigo, de 12. Já na avaliação da Associação Brasileira das Agências de Publicidade (Abap), a prefeitura do Rio pode disciplinar a localização de engenhos publicitários. Mas não pode determinar a natureza do que será exibido.
 
 

Decreto veta propaganda de cigarros e bebidas perto de escolas

JBOnline, 01/03/2004, Tempo Real

 

Em mais uma ação voltada para a prevenção de doenças e em favor das qualidade de vida, a Prefeitura proibiu a veiculação de publicidade de cigarros, bebidas e alimentos no interior de prédios públicos municipais e em locais a menos de 100 metros da entrada de cada um. Os anúncios desses produtos também não poderão ser instalados a menos de 200 metros da entrada de escolas particulares de educação infantil e fundamental, assim como dos estabelecimentos de saúde e de desenvolvimento social, como abrigos e centros municipais de atendimento social.  A medida entre em vigor em 75 dias. A decisão de estimular hábitos saudáveis levou em consideração, entre outros dados, recente relatório da Organização Mundial de Saúde que classifica a epidemia mundial de obesidade em adultos e crianças, as doenças cardiovasculares, o diabetes tipo 2 e algumas formas de câncer como doenças induzidas por má nutrição. Em 2002, a Prefeitura já havia proibido a comercialização de refrigerantes e alimentos do tipo fast food em escolas municipais.

 
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