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"Doença, para mim, é algo distante" (2/6/2005)
ACTBR

Fonte: Folha de São Paulo, Cotidiano, 31 de maio de 2005

IMPÉRIO DA VAIDADE

Para garota de 17 anos, preocupação é espantar os pretendentes com o cheiro do cigarro na boca


DA REPORTAGEM LOCAL

"Não estou nem aí para as doenças que o cigarro provoca", diz, entre uma tragada e outra, a "mais ou menos" fumante Karina (nome fictício), 17. "Doença, para mim, é algo distante. Não acho que vá acontecer comigo."
Para Karina, duas coisas a fariam parar de fumar: perceber que seus dentes estão ficando amarelos e feios ou arranjar um namorado não-fumante.
A estudante tem uma relação volúvel com o cigarro. Deu suas primeiras baforadas quando percebeu que elas bastariam para livrá-la da impressão de estar "beijando um cinzeiro" toda vez que recebia os mimos de um namorado fumante. Um ano depois, um novo paquera antitabagista ameaçou: "Se você fumar, não vou querer namorar você." Foi o suficiente para Karina abandonar o cigarro.
"Hoje, estou sem namorado e fumando. Mas fico preocupada em imaginar que agora sou eu quem tem cheiro forte no rosto e gosto de cinzeiro na boca."
A preocupação com os dentes amarelados também mobiliza Dênis, 20, fumante desde os 12 anos, mas não a ponto de deixar o cigarro. "Já fiz duas limpezas e, agora, faço tratamento para branquear os dentes. Parar de fumar mesmo, está embaçado."
Flávio (nome fictício), 16, fuma mais de 20 cigarros diariamente há quatro anos e dá de ombros para os possíveis prejuízos à saúde. "Jogo rúgbi e sinto falta de ar. Acho que é por causa do cigarro. Prefiro parar com o esporte do que parar de fumar."

 
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