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Setor fumageiro mostra sua força (23/11/2004)
ACTBR

Fonte: Gazeta do Sul.htm, 12 de novembro de 2004

Lançamento do Anuário Brasileiro do Fumo 2004, da Editora Gazeta Santa Cruz, quarta-feira à noite, em Brasília, atraiu políticos e lideranças.

A cadeia produtiva e industrial do tabaco teve na noite de quarta-feira, em Brasília (DF), uma oportunidade especial para divulgação e para exposição dos seus méritos perante importantes lideranças nacionais. O lançamento oficial do Anuário Brasileiro do Fumo 2004, publicado pela Editora Gazeta Santa Cruz, empresa integrante da Gazeta Grupo de Comunicações, permitiu que a importância social e econômica dessa atividade pudesse ser reconhecida por políticos e por autoridades de diferentes áreas. A solenidade aconteceu na Academia de Tênis, na Capital Federal, com início às 21 horas, em recepção organizada pela direção da Gazeta. A publicação, desde logo, foi muito elogiada por sua qualidade editorial e gráfica.

O evento contou com a presença de mais de 150 pessoas, entre lideranças políticas e representantes de órgãos governamentais e dos setores produtivo e industrial do fumo. Estiveram presentes, entre outros, o senador Sérgio Zambiasi, os deputados federais Paulo Pimenta, Kelly Moraes, Júlio Redecker, Mendes Ribeiro Filho, Pompeu de Mattos, Luiz Carlos Heinze, e o deputado estadual Osmar Severo. Da região de Santa Cruz, participaram da solenidade representantes de entidades ligadas ao setor, como o presidente da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Hainsi Gralow, além de outros membros da diretoria, e o presidente do Sindicato da Indústria do Fumo (Sindifumo), Cláudio Henn, juntamente com empresários do segmento. O prefeito de Santa Cruz do Sul, Sérgio Moraes, e o prefeito eleito José Alberto Wenzel prestigiaram a solenidade, assim como o presidente e vice da Famurs, Heitor Petry e Gilmar Sossella, respectivamente. Representantes de órgãos e instituições federais, como o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e do Banco do Brasil, também se fizeram presentes.

SUCESSO – Em seu pronunciamento, apresentando a edição 2004 do Anuário, o diretor-presidente da Gazeta Grupo de Comunicações, André Luís Jungblut, lembrou que a publicação, que circula pelo oitavo ano consecutivo, “firmou-se como referência na difusão das informações relacionadas a essa importante cadeia produtiva”. Jungblut enfatizou principalmente o valor econômico e social da atividade, como geradora de empregos e de renda na pequena propriedade rural. “Pode-se dizer que o fumo é um caso à parte no recente histórico de sucessos do agronegócio brasileiro, pois é uma das raras culturas que conseguiu inserir os pequenos agricultores, de perfil familiar, num negócio com amplo potencial de qualidade e de competitividade para exportação”.

A importância social da fumicultura, segundo Jungblut, pode ser medida pelo envolvimento, na produção, de 230 mil famílias nos três estados do Sul e em dezenas de municípios do Nordeste e, igualmente, pela geração de 50 mil empregos diretos no segmento industrial. Jungblut lembrou que o País superou na última safra os recordes de produção, área plantada e número de produtores integrados à atividade e observou que as projeções apontam para novo impulso significativo nesses números na safra 2004/05. Comentou, por outro lado, que o tabaco colhido no Brasil possui excelente aceitação no mercado internacional, tanto que o País há mais de 10 anos é o maior exportador mundial.

Por fim, inseriu esses dados no contexto do debate que cerca as discussões da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco. “Fica claro o quanto é gigantesca e desafiadora qualquer tarefa que se proponha encontrar alternativas para os produtores de fumo, sem afetar de maneira drástica a estrutura social e econômica de 759 municípios produtores do Sul e de dezenas de municípios no Nordeste”, comentou. E arrematou advertindo que “qualquer decisão – pública ou privada – que vier a ser tomada, deve levar em conta as dimensões deste cenário. Não só pela riqueza que gera, mas pelo patrimônio firmado na cultura e na tradição de centenas de comunidades”.

 
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