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Campanha educativa contra o fumo (1/4/2008)
Fabiana Fregona

Campanha educativa contra o fumo

 

 

 

ALIANÇA // ONG contra tabagismo se uniu à Prefeitura do Recife para coibir o cigarro


O slogan impresso na caixinha de fósforo dá o recado: "qualquer ambiente fechado é pequeno demais para o cigarro". Um mês e meio depois dos bares, restaurantes, boates e hotéis do Recife terem sido obrigados a se adeqüar à lei que proíbe o fumo nesses ambientes, campanhas educativas e fiscalizações continuam sendo feitas na cidade. Ontem, representantes da ONG Aliança de Controle do Tabagismo (ACT), que tem sede em São Paulo, se juntou à Prefeitura do Recife e visitou três restaurantes de Boa Viagem. Além de lançar sua campanha no Recife em favor da saúde do fumante passivo, a organização também tinha o objetivo de levar a experiência do município para outros estados.

De acordo com a representante da ACT, Daniela Guedes, a cidade é a capital modelo no combate ao fumo em ambientes fechados. "O diferencial do Recife é que aqui já está havendo a implementação e a fiscalização. Mostrar a experiência exitosa da cidade será um estímulo para outros lugares", disse. O trabalho de ontem foi de educação, sensibilização, mas também de fiscalização. Dos três locais visitados, dois foram notificados. Em um deles, os avisos de que é proibido fumar no local eram de difícil visualização. No outro, não havia qualquer sinalização.

Dois dos três locais visitados foram notificados. Um por não ter o alerta sobre a proibição em local visível. O outro por não ter o aviso

"Isso causou espanto porque ainda encontramos estabelecimentos sem a devida sinalização, já que é um direito do cliente de ser informado da proibição", disse a coordenadora de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer do Recife, Maristela Menezes. De acordo com o gerente da Vigilância Sanitária do Recife Distrito Sanitário 6, Carlos Magno, os estabelecimentos notificados têm 15 dias para se adeqüar. Caso isso não ocorra, eles podem receber advertência ou até multa, que varia de R$ 40 a R$ 400 mil.

Em um dos estabelecimentos visitados, uma família de Fortaleza se surpreendeu com a medida adotada no Recife e aprovou o trabalho. Nenhum deles é fumante. "Acho ótima essa idéia porque a gente fica mais sadio", disse o representante de uma empresa de confecções, Josemberg Menezes. "Em Fortaleza, em todo canto o pessoal fuma. Nos restaurantes, têm ambiente para fumantes e para não-fumantes. Nas boates, as pessoas podem fumar lá dentro. Acho que a atitude do Recife é boa. Era bom que desse certo em Fortaleza também", opinou o autônomo Milton Evaristo Neto.

"O problema do tabagismo é que não fuma só quem está com o cigarro, mas quem está ao lado também", resumiu a advogada Wilmara Barbosa. Além dos clientes, funcionários dos restaurantes visitados ontem se mostraram a favor da proibição. "A gente não se sente muito bem atendendo o cliente com ele fumando. Prejudica nossa saúde", disse o vendedor de aperitivos Lucas Ferreira.

fonte: Diário de Pernambuco -

 
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