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A fumaça que vem da China (16/6/2008)
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fonte: Globo Online

Enviado por Mauro Ventura -

13.6.2008

 

Falávamos outro dia da nação rubro-negra. Algum despeitado disse que a torcida do Flamengo não é a maior do mundo.

Falou que provavelmente dezenas de times da China têm mais torcedores que o Mengão.

Aí não vale. Qualquer coisa na China vem em escala industrial. Esses dias, passou no Fica (Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental), em Goiás, um episódio da série para a TV dinamarquesa "Lições tardias para avisos antecipados".

A série narra como a indústria tabagista se estabeleceu durante a Primeira Guerra Mundial, quando 70 milhões de cigarros foram incluídos no suplemento dos soldados americanos. Depois da Segunda Guerra, durante o Plano Marshall, foram gastos US$ 1 bilhão no envio de 90 mil toneladas de cigarros aos países europeus em reconstrução.

Uma curiosidade revelada pelo documentário é um contrato assinado por Sylvester Stallone com a empresa de cigarros Brown & Williamson para fumar seus cigarros em filmes como “Rambo” e na vida real, no valor de US$ 500 mil.

Mas voltemos aos chineses. Segundo o episódio, eles consomem um terço de todos os cigarros do mundo. Vou repetir: a cada três fumantes, um é da China. Não conheço nenhum chinês, e não tenho por que duvidar da estatística, mas que impressiona, impressiona.

 
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