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Fumo - Novas classes serão apresentadas hoje (4/7/2006)
ACTBR

Fonte: http://www.revistaagrobrasil.com.br/site/noticiasIntegra.php?idNoticia=176575&idCategoria=5

As propostas de classificação para o fumo defendidas pelas organizações de produtores, Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf) e Sindicato da Indústria do Fumo (Sindifumo) serão avaliadas hoje. A reunião para tratar do assunto começa às 9 horas, na sede da Alliance One, mas não deve ser decisiva. O encontro servirá para que a comissão técnica formada por representantes do Ministério da Agricultura e da Câmara Setorial do Fumo conheçam as sugestões de cada entidade. A partir daí ocorrerão novas discussões em torno do tema, que começou a ser tratado há cerca de um mês. A previsão é que as mudanças sejam implantadas na safra 2006/2007, que já começou a ser preparada. Antes disso, o Ministério terá que revogar a atual portaria utilizada nas indústrias. De acordo com o que foi proposto no debate promovido em junho, a Afubra e as federações de produtores apóiam a redução de 48 para 32 classes. A Fetraf sugere que existam entre 12 e 16. Já a indústria quer 60 subdivisões para seguir os padrões internacionais de classificação. A posição dos produtores em reduzir os parâmetros, de acordo com o gerente técnico da Afubra, Iraldo Backes, requer uma avaliação cuidadosa. Embora à primeira vista represente uma chance de aumento nos ganhos, ela pode tornar muito grande a diferença entre os valores praticados em cada uma das classes. “Assim o fumicultor também pode ter prejuízos, pois haverá uma margem significativa entre os valores.” Nas indústrias já existem mais de 200 divisões para o tabaco recebido. E essa, segundo o presidente do Sindifumo, Iro Schünke, representa uma inclinação mundial. Reduzir as opções, destaca, poderia representar um retrocesso. “Temos que seguir exigências do mercado. Hoje há uma tendência de cada vez mais classes”, disse. Dentre os países que já fizeram isso está a China, que saltou de 20 para 40 tipos. SAIBA MAIS Ao longo dos anos o número de classes do fumo foi aumentando gradativamente. Em 1966 o produto era avaliado de acordo com 20 subdivisões utilizadas pelas indústrias. Três anos depois esse número aumentou para 28, se mantendo assim até 1976, quando foram adotadas 40 classes. As atuais 48 foram implantadas em 1979. Empresas dispensam contratados Cerca de 300 safreiros da Universal Leaf de Santa Cruz do Sul perderam seus empregos nos últimos dias. O fato está preocupando o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias do Fumo e da Alimentação (Stifa), pois é um indício de que as atividades temporárias nas fumageiras serão menores do que em anos anteriores. De acordo com o presidente da entidade, Sérgio Pacheco, a safra 2005/2006 está sendo atípica. Salientou que, até hoje, o número de trabalhadores temporários chamados ainda não chegou a 11 mil. “Estamos fazendo os levantamentos, mas seguramente teremos três mil vagas a menos do que no ano passado.” O principal motivo dessa diferença seria a transferência de uma unidade da Universal de Venâncio Aires para Santa Catarina. Com isso, 100 mil toneladas de fumo que vinham daquele Estado, para serem industrializadas aqui, ficaram por lá. Além de abrirem menos vagas, as empresas também estariam reduzindo o tempo de trabalho. De acordo com ele, em outras épocas os contratos se estendiam até agosto ou setembro. Agora, disse que são raros os que ficam por mais de três meses. “Inclusive, há quem atue apenas um mês.” Como há trabalhadores sobrando, Pacheco explicou que algumas admitem apenas para manter o vínculo com quem já possui cadastro. Se, no próximo ano, houver um crescimento na safra, esses voltarão a ser procurados. Até o final da semana, o Stifa espera atualizar os dados de movimentação de safreiros.


Gazeta do Sul

 
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