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Impactos chegam ao produtor de fumo (5/7/2006)
ACTBR

Fonte: Gazeta do Sul

5 de julho de 2006

Toda a cadeia econômica é atingida pela pirataria e a falsificação. A análise é apresentada pela Souza Cruz, a maior fabricante de cigarros, com 59,2% do mercado. De acordo com a direção da empresa, além de representar concorrência desleal, o comércio de produto pirateado afeta a demanda pelo cigarro legalizado e chega ao fumicultor.

Segundo analistas da multinacional, toda a cadeia produtiva acaba sentindo os impactos negativos. Com preços até 50% menores que os artigos originais, os pirateados representam a principal concorrência para as cigarreiras. Por esse motivo atraem cada vez mais consumidores, que têm acesso facilitado aos maços trazidos em sua maioria do Paraguai. “A indústria enfrenta uma competição nociva e desleal”, informa a Souza Cruz.

Em meio a situações como essas, até mesmo programas sociais que seriam realizados com os tributos recolhidos deixam de ser feitos em todo o País. Para evitar que os danos se agravem a fumageira defende a criação de um programa de combate à ilegalidade, com abrangência federal, estadual e municipal.

Outra iniciativa se refere à qualificação do produto e do serviço oferecidos aos 210 mil pontos-de-venda espalhados pelo Brasil. A empresa reconhece que as ações contra a pirataria estão sendo levadas a sério pelos organismos governamentais e por isso aposta na redução da venda de produtos com procedência irregular. Estimativas da empresa apontam que em 2005 a concorrência desleal correspondeu a 30% do mercado.

 
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