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	Comentários sobre: Fumo passivo pode trazer dificuldades para engravidar	</title>
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		Por: luiza valneide abreu soares		</title>
		<link>https://actbr.org.br/fumo-passivo-pode-trazer-dificuldades-para-engravidar/4148/#comment-1493</link>

		<dc:creator><![CDATA[luiza valneide abreu soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:43:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[gostaria de saber se tem algum problema de eu engravidar devido que meu marido fuma muito mas nao fuma perto de mim. ele tem 42 anos e eu tambèm.estou tentando a 2 meses para engravidar meu ciclo è normal certinho]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>gostaria de saber se tem algum problema de eu engravidar devido que meu marido fuma muito mas nao fuma perto de mim. ele tem 42 anos e eu tambèm.estou tentando a 2 meses para engravidar meu ciclo è normal certinho</p>
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		Por: alexandre amaral rodrigues		</title>
		<link>https://actbr.org.br/fumo-passivo-pode-trazer-dificuldades-para-engravidar/4148/#comment-1492</link>

		<dc:creator><![CDATA[alexandre amaral rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 16:44:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Acho que as pessoas razoáveis devem ser muito céticas quanto a essas pesquisas. O engajamento social contra o tabaco não permite que haja suficiente imparcialidade. Além disso, ser contra o tabaco também rende dinheiro. Uma pesquisa que não comprove que determinados males se associam ao tabagismo é uma pesquisa perdida. Por outro lado, se comprovar algum vínculo, é divulgado, rende artigos, entrevistas, é bom para o currículo - e há inúmeras ONGs, como esta, que recebem dinheiro público e/ou privado para divulgar algo que, afinal de contas, hoje em dia todo o mundo está disposto a aceitar. É muito difícil encontrar as informações técnicas quanto aos procedimentos estatísticos e probabilísticos de pesquisas assim. E nenhum pesquisardor vair ser louco o suficiente para constestar dados que servem ao combate de algo que, todos sabemos, é prejudicial à sociedade. Além disso, a difusão científica é parte do reino das trevas - pura ignorância. Nesta matéria mesmo, lê-se que 40% das mulheres submetidas ao tabagismo passivo têm dificuldades para engravidar ou abortam. Esse dado é pura propaganda, não diz nada, a não ser que saibamos o percentual de mulheres não submetidas ao chamado tabagismo passivo que padecem dos mesmos males, a fim de compará-los. Apenas mais abaixo lê-se que o índice é de 1,27, ou seja, comparado com o índice normal (padrão = 1,0), 0,27 a mais do que o normal. Não é informada a margem de erro, nem qualquer desvio padrão. Para que você tenha uma noção mais concreta do que seja isso, será necessário saber qual é a incidência desses males entre as mulheres que não se submetem à fumaça. Suponhamos que 10% das mulheres &quot;smoke free&quot; tenham os males. Então o percentual de mulheres &quot;tabagistas passivas&quot; a apresentarem os males será de 10%+(10%x27%), isto é,  12,7%. 
Ah, antes que fanáticos venham me acusar, não tenho nenhum interesse econômico na indústria fumageira. Sou apreciador de tabacos refinados para consumo esporádico no cachimbo, e um contestador da nova onda de controle social dos hábitos e costumes individuais que se formou em meados dos anos 80 e que temos propagado cegamente, sem em nenhum momento nos darmos conta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que as pessoas razoáveis devem ser muito céticas quanto a essas pesquisas. O engajamento social contra o tabaco não permite que haja suficiente imparcialidade. Além disso, ser contra o tabaco também rende dinheiro. Uma pesquisa que não comprove que determinados males se associam ao tabagismo é uma pesquisa perdida. Por outro lado, se comprovar algum vínculo, é divulgado, rende artigos, entrevistas, é bom para o currículo &#8211; e há inúmeras ONGs, como esta, que recebem dinheiro público e/ou privado para divulgar algo que, afinal de contas, hoje em dia todo o mundo está disposto a aceitar. É muito difícil encontrar as informações técnicas quanto aos procedimentos estatísticos e probabilísticos de pesquisas assim. E nenhum pesquisardor vair ser louco o suficiente para constestar dados que servem ao combate de algo que, todos sabemos, é prejudicial à sociedade. Além disso, a difusão científica é parte do reino das trevas &#8211; pura ignorância. Nesta matéria mesmo, lê-se que 40% das mulheres submetidas ao tabagismo passivo têm dificuldades para engravidar ou abortam. Esse dado é pura propaganda, não diz nada, a não ser que saibamos o percentual de mulheres não submetidas ao chamado tabagismo passivo que padecem dos mesmos males, a fim de compará-los. Apenas mais abaixo lê-se que o índice é de 1,27, ou seja, comparado com o índice normal (padrão = 1,0), 0,27 a mais do que o normal. Não é informada a margem de erro, nem qualquer desvio padrão. Para que você tenha uma noção mais concreta do que seja isso, será necessário saber qual é a incidência desses males entre as mulheres que não se submetem à fumaça. Suponhamos que 10% das mulheres &#8220;smoke free&#8221; tenham os males. Então o percentual de mulheres &#8220;tabagistas passivas&#8221; a apresentarem os males será de 10%+(10%x27%), isto é,  12,7%.<br />
Ah, antes que fanáticos venham me acusar, não tenho nenhum interesse econômico na indústria fumageira. Sou apreciador de tabacos refinados para consumo esporádico no cachimbo, e um contestador da nova onda de controle social dos hábitos e costumes individuais que se formou em meados dos anos 80 e que temos propagado cegamente, sem em nenhum momento nos darmos conta.</p>
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