Aqui no Brasil, o barato está saindo caro. Enquanto o preço do cigarro segue como um dos mais baixos da América Latina, o impacto do tabagismo só aumenta. São 177 mil mortes por ano, bilhões de reais gastos em saúde e uma prevalência que deixou de cair, especialmente entre os jovens. Reajustes insuficientes de preços e impostos tornaram o cigarro mais acessível e o país está perdendo a chance de evitar doenças e salvar vidas. Por isso, precisamos buscar medidas fiscais que tornem o cigarro mais caro, mais distante dos jovens e menos oneroso para toda a sociedade.
No vídeo, Lucas Zanandrez do canal Olá, Ciência mostra porque o número de fumantes no Brasil voltou a crescer após 20 anos e como o preço mínimo do cigarro influencia diretamente a saúde pública e o vício. Ele também destaca os impactos econômicos do tabagismo, o papel da indústria do tabaco na manipulação da informação e por que retomar políticas públicas rigorosas é fundamental para evitar milhares de mortes e bilhões em prejuízos.
O portal Alma Preta fez um editorial sobre a campanha apontando a relação entre o tabaco barato e a desigualdade racial, mostrando como o preço do cigarro aprofunda injustiças na saúde pública.