Mais da metade da população brasileira entrevistada pelo Instituto Datafolha a pedido da ACT Promoção da Saúde (66%) acha que o reajuste do preço mínimo dos maços de cigarros, ocorrido em setembro de 2024, foi adequado (17%) ou deveria ter sido maior (49%). Entre os fumantes, há quase um empate mas com uma menor proporção de apoio ao aumento: 48% acham adequado ou que poderia ter sido maior e 49% acham que deveria ter sido menor. 

Mesmo entre os entrevistados menos favorecidos economicamente (Classe C) há apoio para o aumento: 67% estão de acordo ou pensam que poderia ter sido maior. O preço mínimo dos cigarros passou de R$ 5 para R$ 6,50 o maço, depois de oito anos sem nenhum reajuste. Na França, o maço custa R$ 68.

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