29 de janeiro de 2026
Francyne Helena
Hoje trazemos o depoimento da engenheira química Francyne Souza, analista técnica do projeto de alimentação da ACT, que aos 28 anos foi diagnosticada com um Linfoma de Hodgkin. Agora com 34, Fran, como é conhecida, emocionou a todos quando postou em suas redes sociais sobre seu diagnóstico e o processo de celebração da vida.
Pedimos permissão a ela para repostar aqui sua experiência e lembrar que, no próximo dia 4, celebra-se o Dia Mundial do Câncer. A data, criada pela UICC – União Internacional Contra o Câncer, chama a atenção para a conscientização a respeito da doença, prevenção, diagnóstico precoce, tratamentos e, especialmente, homenageia pacientes oncológicos.
Acompanhe nossas redes e compartilhe.
A seguir, o depoimento da Fran.
—-
Cada pessoa celebra suas conquistas de um jeito.
Eu escolhi correr uma trail race.
14 km para celebrar a vida.
14 km para celebrar a saúde.
14 km para celebrar o fato de estar aqui.
Antes de tudo, agradeço a Deus e à espiritualidade, que me permitem viver aquilo que eu chamo de o segundo ato da minha vida. Viver esse recomeço não é algo pequeno, é um privilégio.
Sou profundamente grata aos profissionais de saúde dos céus e da terra que cuidaram de mim quando tudo era frágil
Ao @centroespiritacasadaluz_, por todo o acolhimento e cuidado espiritual.
Ao @toboechat, meu hematologista.
À @teresacristinafusco, minha nutri da época do tratamento, que não deixava absolutamente ninguém me tirar do plano (e ainda bem).
À @quilombopsi, que me acompanha até hoje, fortalecendo meu ori em meio aos altos e baixos da vida.
À @jucastelar e @luisampaixao, minhas nutris atuais, que mantêm um plano alimentar impecável.
E à @geovanabraz, que me ajuda a fortalecer esse corpo que hoje corre, sobe e resiste.
Sem vocês, eu não teria conseguido.
Amigos e amigas que estiveram do meu lado, obrigada por tudo e por acreditarem tanto quanto eu na minha cura.
Gigi e Tobias, vocês dão show em tudo.
E a @trailraceriopreto… que experiência. Prova impecável, organização fora de série, carinho e cuidado em cada detalhe. Um verdadeiro fenômeno.
E, por fim, assim como a Anitta (🤣), eu quero agradecer a mim.
Porque desde o diagnóstico eu tinha uma certeza muito clara: eu ia viver.
Lembro perfeitamente de ler o laudo médico e dizer, só pra mim: eu não vou morrer.
E eu não morri.
Eu estou aqui.
Vivona.
Cheia de saúde.
Com um corpo saudável, funcionando, correndo, me levando adiante.
Que venham muitas trilhas.
Muitas provas.
Muitas celebrações da vida. 🏃🏽♀️✨
Fé na vida!