Hoje trazemos o depoimento da engenheira química Francyne Souza, analista técnica do projeto de alimentação da ACT, que aos 28 anos foi diagnosticada com um Linfoma de Hodgkin. Agora com 34, Fran, como é conhecida, emocionou a todos quando postou em suas redes sociais sobre seu diagnóstico e o processo de celebração da vida. 

Pedimos permissão a ela para repostar aqui sua experiência e lembrar que, no próximo dia 4, celebra-se o Dia Mundial do Câncer. A data, criada pela UICC – União Internacional Contra o Câncer, chama a atenção para a conscientização a respeito da doença, prevenção, diagnóstico precoce, tratamentos e, especialmente, homenageia pacientes oncológicos. 

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A seguir, o depoimento da Fran.

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Cada pessoa celebra suas conquistas de um jeito.

Eu escolhi correr uma trail race.

14 km para celebrar a vida.

14 km para celebrar a saúde.

14 km para celebrar o fato de estar aqui.

Antes de tudo, agradeço a Deus e à espiritualidade, que me permitem viver aquilo que eu chamo de o segundo ato da minha vida. Viver esse recomeço não é algo pequeno, é um privilégio.

Sou profundamente grata aos profissionais de saúde dos céus e da terra que cuidaram de mim quando tudo era frágil

Ao @centroespiritacasadaluz_, por todo o acolhimento e cuidado espiritual.

Ao @toboechat, meu hematologista.

À @teresacristinafusco, minha nutri da época do tratamento, que não deixava absolutamente ninguém me tirar do plano (e ainda bem).

À @quilombopsi, que me acompanha até hoje, fortalecendo meu ori em meio aos altos e baixos da vida.

À @jucastelar e @luisampaixao, minhas nutris atuais, que mantêm um plano alimentar impecável.

E à @geovanabraz, que me ajuda a fortalecer esse corpo que hoje corre, sobe e resiste.

Sem vocês, eu não teria conseguido.

Amigos e amigas que estiveram do meu lado, obrigada por tudo e por acreditarem tanto quanto eu na minha cura.

Gigi e Tobias, vocês dão show em tudo.

E a @trailraceriopreto… que experiência. Prova impecável, organização fora de série, carinho e cuidado em cada detalhe. Um verdadeiro fenômeno.

E, por fim, assim como a Anitta (🤣), eu quero agradecer a mim.

Porque desde o diagnóstico eu tinha uma certeza muito clara: eu ia viver.

Lembro perfeitamente de ler o laudo médico e dizer, só pra mim: eu não vou morrer.

E eu não morri.

Eu estou aqui.

Vivona.

Cheia de saúde.

Com um corpo saudável, funcionando, correndo, me levando adiante.

Que venham muitas trilhas.

Muitas provas.

Muitas celebrações da vida. 🏃🏽‍♀️✨

Fé na vida!