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Parceria é legítima, diz Souza Cruz (22/9/2008)
Folha de São Paulo

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff2209200803.htm

Associação de gastronomia e turismo nega que tenha havido subordinação

DA REPORTAGEM LOCAL

A Souza Cruz diz em nota que "é legítimo o trabalho em conjunto com parceiros comerciais, como entidades de classe, na busca de soluções que acomodem os direitos de todos os públicos envolvidos".
Diz considerar o programa "Convivência em Harmonia" um exemplo de ação conjunta. Foi a partir dele, diz, que países como França, Itália e Espanha criaram "alternativas técnicas" para conciliar fumantes e não-fumantes no mesmo espaço "de maneira equilibrada".
A Associação Brasileira de Gastronomia, Hospedagem e Turismo diz que nunca se subordinou à indústria do cigarro. A entidade diz ter 2 milhões de associados no Brasil e ser parceira das empresas de cigarro, de bebidas e de alimentos. "Beira o ridículo estabelecer relação de subordinação com nossos parceiros", diz, em nota.
A entidade diz que esse tipo de ação conjunta visa a defesa de seus associados. Segundo a assessoria da Abresi, uma viagem do presidente da associação, Nelson de Abreu, aos EUA, mencionada em documento da Philip Morris, nunca ocorreu.
A entidade nega ter recebido verba das empresas para veicular anúncios contra decreto que vetava o fumo em bares e restaurantes em 1995. Diz que sua política é não aceitar financiamentos de empresas.
Segundo a Abresi, os anúncios veiculados na última semana contra o projeto do governo José Serra, que prevê o banimento do fumo em locais fechados, foram pagos pela própria entidade.
Em nota, diz: "(...) repudiamos qualquer tentativa leviana de estabelecer um tom de "denuncismo" em desfavor da Abresi, uma vez que cumprimos um papel tão relevante no cenário social e econômico do país, atuando com absoluta independência em nossas políticas de desenvolvimento do turismo nacional".
A Philip Morris não comentou o teor dos textos obtidos pela Folha. Em nota, diz: "preferimos focar no presente e no futuro da regulamentação do tabaco, ao invés de analisar o passado com os olhos de hoje".
Afirma "apoiar a regulamentação do fumo em locais públicos", já que "as autoridades públicas de saúde concluíram que o fumo passivo causa doenças". Defende "locais adequados" para fumantes.

 

 
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