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Lei antifumo favorece passivos (17/4/2009)
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Após inúmeras investidas contra o tabaco, foi aprovado pela Assembléia Legislativa de São Paulo, no último dia 7 de abril, o projeto de lei que proíbe o fumo em todos os espaços públicos e fechados. Ele seguirá para a sanção do governador José Serra e deve entrar em vigor em 90 dias.
Esta atitude foi motivo de satisfação para o HCor - Hospital do Coração, em São Paulo, já que a instituição possui há 15 anos o Programa de Assistência Integral ao Fumante, destinado a pessoas que têm interesse em parar de fumar, e recebeu o ano passado, o certificado Ouro de Ambiente Livre de Tabaco, conferido pelo Comitê Estadual para Promoção de Ambientes Livres do Tabaco (Cepalt). "O Hcor apoia totalmente a lei ainda mais porque não permite mais o fumo também nas áreas abertas e extinguiu os fumódromos", diz a coordenadora de Psicologia do HCor, Silvia Cury Ismael.
Menos doenças
O grande beneficiado com a nova lei, segundo a psicóloga, é o fumante passivo que antes sofria ao inalar a fumaça do cigarro involuntariamente, principalmente em locais fechados. "O fumante passivo não ficará mais doente com a fumaça do cigarro que pode causar incidência de 40% de infarto e 30% de chance maior de ter câncer de pulmão. Além de problemas respiratórios como rinite, sinusite, bronquite e catarata precoce. Vale ressaltar que estas pessoas poderão se divertir melhor sem fumaça tóxica, saborear melhor a comida sem o odor do cigarro", afirma.
No Brasil ainda não existem dados, mas em algumas cidades dos Estados Unidos, por exemplo, houve uma redução de 40% de problemas cardiológicos após a restrição ao fumo em ambientes fechados e públicos. "O tabagismo ainda responde por cinco milhões de mortes por ano no mundo e 200 mil no Brasil. Outro número alarmante: 2600 fumantes passivos morrem no país por ano, e a previsão da OMS para 2030 é que se as pessoas continuarem a fumar como hoje teremos 10 milhões de mortes associadas ao uso do cigarro, e sete milhões em países em desenvolvimento como o Brasil", relata.
Cigarro x poluição
Quando uma pessoa traga a fumaça do cigarro ela está inalando mais de 4.700 substâncias tóxicas. Diante dessa informação, paira uma dúvida acerca do impacto que a poluição existente em São Paulo, onde o projeto de lei foi aprovado, provoca na saúde da população. "Já foi comprovado pela Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental - Cetesb que a quantidade de monóxido de carbono na atmosfera tem uma quantidade de ppm (partes por milhão) que não chega a ser grande a ponto de gerar danos à saúde, com exceção a determinadas áreas de maior concentração de poluentes", conclui.
(*) Com Target Consultoria em Comunicação Empresarial
 

 
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