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População de Aracaju aprova lei anti-fumo (4/12/2009)
Infonet

http://www.infonet.com.br/saude/ler.asp?id=92623&titulo=saude

Lei que proíbe o uso de cigarro em ambientes fechados é aprovada pela população de Aracaju
04/12/2009 - 18:02


A partir desta sexta-feira, 4, a lei que proíbe o uso de cigarro em locais fechados será aplicada na cidade de Aracaju. A Vigilância Sanitária, que antes da sanção já trabalhava de acordo com a lei federal – fiscalizando bares, hospitais e shoppings, será responsável por tornar a fiscalização ainda mais efetiva.
Três emendas foram incluídas no projeto anti-fumo. A primeira determina a possibilidade de se criar nos estabelecimentos um espaço isolado, exclusivo para fumantes. A segunda acrescenta que os funcionários destes estabelecimentos não são obrigados a atender clientes nas áreas reservadas. A terceira emenda indica que as penalidades a serem aplicadas,


em caso de descumprimento da lei, deverão ser impostas pelos órgãos municipais, de vigilância sanitária ou de defesa do consumidor.
Qualquer pessoa poderá informar aos órgãos fiscalizadores sobre infrações à lei. O início da aplicação das penalidades será precedido de ampla campanha educativa, realizada pela Prefeitura de Aracaju.
Para saber a opinião da população sobre a lei anti-fumo, o Portal Infonet fez uma enquete no calçadão do centro da cidade.


“Se eu pudesse criar essa lei antes, eu já teria criado, porque eu acho que ela respeita dos direitos das pessoas que não gostam de respirar fumaça dos outros. Muitas pessoas na minha família fumam e eu faço campanha para que todo mundo pare de fumar” (David Santana, eletricista, 29 anos).
“Essa lei já deveria ter sido criada há muito tempo. Eu fumei durante 15 anos e parei porque tive problemas de saúde. Hoje, eu vivo tranquilamente sem o cigarro, ainda que eu sinta vontade de fumar de vez em quando” (Eduardo Porto, aposentado, 78 anos).


“A lei serve até como estímulo para que as pessoas tentem parar de fumar. Eu sou fumante e tenho consciência de que a minha saúde está sendo prejudicada com isso. Tenho freqüentado um pneumologista há algum tempo e espero parar de fumar em breve” (Olindina Suzart, aposentada, 54 anos).
“Aprovo totalmente a nova lei. Eu parei de fumar há 8 anos e acho que a vida é mais produtiva sem o cigarro. Quem não fuma fica menos cansado e possui mais disposição para a prática de exercícios físicos. Já disse à minha irmã, que é fumante, que o fumo mata devagar, mas ela diz que não consegue largar o vício” (Raimundo Ribeiro, auxiliar de cobrança, 41 anos).


“Eu concordo com a lei, mas acho que o uso de cigarro é muito freqüente em locais fechados, como bares e boates. Se não houver um espaço destinado a fumantes, esses estabelecimentos correm o risco de perder público e ficar no prejuízo” (Williams Santos, policial militar, 33 anos).
“Finalmente foi criada uma lei que proteja os direitos dos cidadãos não-fumantes. Eu não fumo, não tenho familiares ou amigos que fumam e detesto que pessoas fumem ao meu lado, principalmente em ambientes fechados” (Paula Raffaela, estudante, 16 anos).
“Ontem eu estava almoçando em um restaurante e um homem do meu lado deu uma grande


baforada em minha direção. Ter que almoçar sentindo cheio de cigarro é uma coisa que me incomoda bastante, por isso, eu acho que essa lei só vem a beneficiar pessoas não-fumantes como eu” (José Edivânio, promotor de vendas, 18 anos).
“Eu fumo, mas concordo com a proibição. Dá para fumar tranquilamente sem incomodar quem está à sua volta. É só ir para um cantinho reservado. Se estiver em um bar ou em um shopping, é só sair rapidinho, fumar e voltar. Acho que não é incomodo nenhum” (Antônio Carlito dos Santos, vendedor, 59 anos).


“O fumo é uma coisa que me incomoda bastante. Uma vez meu estava com problemas respiratórios e teve que ser internado. Se ele não bebesse e fumasse tanto, talvez esse incidente não houvesse ocorrido. Eu espero que essa lei realmente funcione e que as pessoas que a desrespeitarem sejam punidas” (Julidária Ferreira, recepcionista de cartão, 25 anos).
“A lei vem para beneficiar todo mundo, fumantes e não-fumantes. Quem fuma está recebendo um estímulo para parar com o hábito e quem não fuma não é obrigado a ter que conviver com mau cheiro e fumaça” (Verônica Ferreira, autônoma, 25 anos).


“Apesar de fumar de vez em quando, eu concordo plenamente com a lei. É importante respeitar os direitos das pessoas que não fumam” (Rinaldo Barreto, advogado).

Por Carla Santana


 

 
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