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Restaurantes e bares, em Nova York,vão fundo na iniciativa de se tornarem livres de fumaça (8/1/2004)
Por Um Mundo Sem Tabaco

Em março deste ano, a cidade de Nova York fez de seus bares e restaurantes espaços 100% livres de fumaça. Em julho, todo o estado de Nova York tomou a mesma decisão.

 

Os interessados nos negócios do tabaco (como sempre) reclamaram que os bares e restaurantes iriam perder negócios, que os empregados seriam demitidos, que o dinheiro seria perdido, que o turismo iria sofrer e a economia de Nova York basicamente pararia de existir.

 

Aliás, aqui está o que realmente aconteceu:

 

1) De março a junho, a cidade de Nova York criou 10 mil novos empregos em bares e restaurantes, de acordo com o Departamento de Trabalho.

2) O recolhimento de impostos sobre álcool e cerveja totalizou, no estado, US$ 15.2 milhões em agosto, comparados com US$ 14.4 milhões no mesmo período do ano passado, de acordo com o Departamento de Impostos.

 3) A receita dos hotéis cresceu pela primeira vez em três anos, indicando uma retomada do turismo, como relatou a revista de negócios Crain.

 

Pesquisas da Global Stretegy, Zogby International e Universidade Quinnipiac mostraram que os novaiorquinos, de qualquer partido político, grupo étnico ou bairro, apóiam maciçamente a nova lei de espaços de trabalho livres de cigarro. Por uma margem de 6 a 1, os novaiorquinos acharam os restaurantes mais agradáveis, assim como classificaram da mesma forma bares e casas noturnas, por uma margem de 3 a 1.

 

“É claro que os negócios vão bem”, diz Joe Cherner, presidente do grupo SmokeFree Educational Services Inc. “A ampla maioria das pessoas preferia respirar ar puro. Muito poucas preferem o ar poluído”.

 

Cinco estados americanos – California, Denver, Nova York, Ccinccinati e ME – instituiram leis de locais de trabalho livres de fumaça para trabalhadores de bares e restaurantes. Massachussetts  deverá se juntar a eles em breve.

 

“Os legisladores devem parar de deixar os interesses do tabaco intimidá-los”, aconselha Cherner. “Não há nada de negativo em providenciar aos trabalhadores um ambiente de trabalho seguro, saudável e livre de fumaça. É bom para a saúde, é bom para os negócios. O único perdedor é o cartel de tabaco”.

 
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