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Cigarro e obesidade podem aumentar risco de disfunção erétil (28/6/2006)
ACTBR

Fonte: http://www.noolhar.com/internacional/607279.html

27/06/2006 18:32

Um estudo realizado por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard (HSPH) descobriu que a obesidade e o fumo estão fortemente associados com um risco maior de disfunção erétil (DE). Ao mesmo tempo, a atividade física regular aparenta ter um impacto significativo em diminuir o risco de DE. Esse é o primeiro estudo em larga escala a analisar as ligações entre a disfunção e o cigarro, a obesidade, o álcool e uma vida sedentária. O estudo será publicado na edição de julho do The Journal of Urology.

Os pesquisadores, liderados por Constance Bacon e Eric Rimm, da HSPH, analisaram 22.086 homens saudáveis entre 40 e 75 anos, que reportaram função erétil boa ou muito boa e nenhuma doença crônica grave antes de 1986. Entre os participantes, 17,7% (3.905) reportaram novos sintomas de DE entre 1986 e 2000. Os pesquisadores ajustaram os resultados para levar em consideração aqueles que tiveram ou não câncer de próstata durante o período de acompanhamento, já que os tratamentos para o câncer, como a radioterapia ou a cirurgia, podem levar à DE.

Os resultados mostraram que tanto o cigarro quanto a obesidade estavam associados a um risco maior de desenvolver DE entre os homens previamente saudáveis e com boa função erétil. Os pesquisadores também descobriram que a atividade física regular mostrou uma forte associação inversa com o risco de DE. O consumo de álcool não aumentou o risco de DE. No geral, homens que não tiveram câncer de próstata mostraram associações mais fortes com fatores de DE ligados ao estilo de vida do que aqueles que tiveram a doença.

Esses resultados sugerem que a DE e a doença coronária podem compartilhar muitos dos fatores de risco. Rimm disse que os resultados deveriam encorajar os homens a seguir uma vida mais saudável. "Muitos homens podem optar por não mudar para um estilo de vida mais saudável, que inclui exercícios e uma dieta prudente, pois vêem a doença cardíaca como algo que só pode se desenvolver décadas para frente. Esperamos que esse resultado ajude a motivar os homens a adotar um estilo de vida mais ativo para evitar um problema que pode ser mais imediato", disse.

Agência Estado

 
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